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20 MAIORES DESCULPAS PARA INTERROMPER O TRATAMENTO

É perfeitamente possível ser amoroso e ainda assim ter pulso firme. Sabemos que não é um equilíbrio fácil para todos, mas é preciso alcançá-lo.

A situação se agrava muito quando há uma quebra no tratamento. Vencidos por chantagens normalmente emocionais, familiares dão as mais variadas desculpas para interromper o tratamento em curso, acreditando em falsas promessas, em apelos chorosos, em “novas juras” já realizadas e nunca cumpridas, retiram seus entes queridos do tratamento e esperam fervorosamente por um milagre, que no fundo, sabem que não acontecerá.

Os argumentos mais usados pelos familiares que observamos nestes longos anos de vivência e aprendizado na área, estão descritos abaixo a partir de experiências com centenas e centenas de pessoas.

“Temos uma viagem e não podemos prorrogá-la”;
“A filha ou filho pequeno não aguenta mais de saudades do pai”;
“O paciente tem que ir a um casamento ou evento importante”;
“O paciente tem que assinar alguns documentos urgentes”;
“Eu vou tirar, mas se ele voltar a usar eu retorno com ele”;
“Vou dar mais uma chance a ele, eu disse que é a última”;
“Apenas alguns dias a menos ou a mais não vão fazer diferença”;
“Ele está me pedindo o tempo todo para ir embora, eu darei mais uma oportunidade”;
“Aqui em casa estão faltando várias coisas e ele é quem cuida dessa área e sustenta a casa”;
“A esposa está com muitas saudades”;
“O hospital é muito rígido, inclusive com os familiares, tem regra pra tudo, assim não da”;
“Não estamos mais conseguindo pagar as despesas dele e o hospital não é barato”;
“Por mim ele ficava internado, mas a… (mãe, esposa, filha, pai ou outro membro da família) é que não quer”;
“Vamos nos mudar de cidade, aí não tem o que fazer”;
“Temos um membro da família muito doente e ele precisa ir para lá; essa pessoa pergunta por ele”;
“Não vai adiantar ele ficar internado 10 ou 20 dias a mais, isso não vai fazer diferença”;
“Todos aqui em casa darão a maior força para ele, estamos juntos e unidos, ele não vai voltar a usar”;
“Ele precisa prestar um concurso, começar os estudos com urgência”;
“Ele tem uma audiência, e não pode perder”;
“Agora ele sabe que eu tenho coragem de internar, e se ele voltar a usar eu já o interno novamente”;
Estes são apenas alguns dos argumentos mais utilizados para retirar seu familiar do tratamento e infelizmente a lista é enorme. Se alguns deste argumentos lhe passa ou passou em mente, entenda que você está cometendo um enorme erro, contribuindo para um tratamento fracassado e para a recaída do dependente. Ao iniciarmos um tratamento, realizamos um planejamento de cada passo, de cada etapa que será executada e vencida, para que na conclusão aconteça a real reabilitação da dependência química ou alcoolismo.

Interromper o tratamento é como uma pessoa que se prepara para correr uma maratona e ao estar se vestindo não amarra os calçados, ele correrá, mas em algum momento tropeçará nos cadarços e irá ao chão.

Quem não deseja ou não pode e submeter a internações longas, a melhor opção atualmente é o Tratamento.
A taxa média de eficácia para tratamento de dependentes químicos e alcoólatras é de até 90%, que é altíssima, principalmente se lembrarmos de que, além de ser uma doença gravíssima, as taxas de sucesso dos tratamentos tradicionais são menores.

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